13 de setembro de 2010

Governo entrega equipamentos para auxiliar na redução da mortalidade infantil.

A medida integra o Pacto de Mortalidade Infantil, os aparelhos foram doados pelo Ministério da Saúde.

Para continuar a diminuir a mortalidade de recém-nascidos nas maternidades públicas, o Governo de Sergipe entregou na manhã desta sexta-feira, 29, diversos equipamentos para hospitais de todo o Estado. Os investimentos chegam a R$ 3 milhões. A medida integra o Pacto de Mortalidade Infantil e os aparelhos foram doados pelo Ministério da Saúde. O evento aconteceu no auditório da Secretaria de Estado da Saúde (SES).
Dentre os equipamentos recebidos pelas maternidades estão monitores de sinais vitais tipo II e tipo III, berços aquecidos fitoterápicos, incubadoras, ventilados pulmonares, eletrocardiogramas portáteis e carros de emergência. No mesmo evento também foram repassados os equipamentos para controle da Influenza A (H1N1) aos hospitais gerenciados pela Fundação Hospitalar de Saúde (FHS).
Em Sergipe, nos últimos 10 anos o índice de mortalidade infantil decresceu de 20 para 13,8 casos entre mil de crianças com até um ano. São dados importantes e relevantes se comparados com a média geral do país, que no mesmo período baixou de 16 para 15.
Na ocasião a secretária de Saúde Mônica Sampaio apresentou os avanços conquistados em Sergipe. “É um investimento de R$ 3 milhões em equipamentos, além disso, fizemos uma parceria com a maternidade Santa Isabel e com o município de Aracaju para poder implantar leitos obstétricos, e ampliar os leitos de neonatologia na Nossa Senhora de Lourdes e Santa Isabel. Também ampliamos a assistência infantil nos hospitais do interior do Estado, fortalecendo a atenção primária à saúde que é a base do sistema através das clínicas de saúde família”, informou.
De acordo com Mônica outro avanço foi a articulação que assegura a certidão de nascimento nas maternidades e até a questão da assistência à saúde. “É um impacto significativo desses equipamentos, que vão auxiliar justamente nos casos das crianças que nascem prematuras nas UTIs das maternidades públicas e precisam dar um suporte de vida. Esses equipamentos garantem isso”, diz.

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